Novas histórias, alterações, correcções, pormenores.
O relato de acontecimentos e histórias nunca termina. Há sempre um facto novo, ou um acontecimento com maior ou menor importância, que não foi encontrado ou relatado antes de terminados os livros. Nalguns casos, apesar da pesquisa e conversas que houve, apenas depois da conclusão e/ou de se ler um facto que foi relatado, surge um outro, porque alguém se lembra de uma nova história ou de um pormenor. Claro que também pode haver algum erro ou omissão. Tudo isto pode ser incluído e/ou corrigido nesta página e muito se agradece o envio.
Como são dois livros, feitos em sequência, há nesta página alguns pormenores que já aparecem no livro sobre agricultura biodinâmica, de que apenas se teve conhecimento depois de terminado o "Raízes da Agricultura Biológica". Estes, estão marcados com (*) como, por exemplo, as conferências de Lilly e Eugen Kolisko em 1932 e de Enrenfried Pfeiffer em 1940, todas na Sociedade de Geografia em Lisboa.
Novas histórias, encontros, notícias:
Com diferentes desenvolvimentos os seguintes temas são objecto de acrescentos ou alterações, apresentadas a seguir nesta página:
- O livro "É este, afinal, o auge da minha vida" de Justus von Liebig.
- Agridin.
- Designação "regenerativa".
- Conferências na Sociedade de Geografia de Lisboa, com Lilly e Eugen Kolisko e Pfiffer,
- Anúncios de fertilizantes biológicos
- Folha de alface.
"É este, afinal, o auge da minha vida" de Justus von Liebig.
Como referido no livro "Raízes da Agricultura Biológica", do alemão Justus von Liebig (1803-1873) foi publicado, em 1861, o livro "Es ist ja dies die Spitze meines Lebens", que não teve qualquer divulgação e que é ignorado quando se fala de Liebig, nomeadamente nas universidades, Ao contrário do que deveria acontecer pois trata-se de um texto de ruptura com outros escritos de Liebig sobre agricultura, nomeadamente com o exposto em 1840, “Die Organische Chemie in Ihrer Anwendung auf Agricultur und Physiologie” (A Química Orgânica e sua aplicação à Agricultura e Fisiologia), de que foram publicadas, pelo menos, sete edições em vida. Já nestas novas edições, sobretudo nas últimas, Liebig, resultante da evolução do conhecimento que foi adquirindo, chamava a atenção para uma “agricultura de roubo”, em que apenas estavam a ser extraídos do solo os nutrientes, mas quase sem reposição.
Liebig criou um fertilizante azotado que, como explica posteriormente, não teve, nem poderia ter sucesso. Alguns destes factos estão já referidos, em "Raízes da Agricultura Biológica".
Este livro de Liebig foi "estranhamente" esquecido e dele só deverão existir 4 edições em alemão (a primeira de 1861, a segunda não conseguimos identificar, a terceira de 1973 (disponível em vários locais na Internet) e a quarta de 1989, que recebeu o título "Es ist ja dies die Spitze meines Lebens. Naturgesetze im Landbau" acrescentando ao título "As leis da natureza na agricultura". Além das edições em alemão, existirá uma edição belga "Au sommete de ma vie", Éd. Velt Geel da Bélgica (que não foi possível confirmar, mas que surge indicada num artigo sobre este tema de "A Joaninha n.º 60/61 de Julho de 1998) e existe uma tradução para holandês, de 2011, com o título: " De zoektocht naar Kringlooplandbouw" (A procura pela agricultura circular).
Este livro foi considerado um manifesto no qual Liebig expunha a sua visão sobre o melhor método de fertilização na agricultura, depois de ter alterado a teoria que antes defendia, e percebido que a fertilidade não depende apenas da quantidade de nutrientes no solo, mas que uma boa qualidade do solo é um requisito indispensável. No manifesto, refere-se ao método agrícola utilizado na época na China e Japão.
Na edição de 1973 existe um capítulo denominado "Pensamentos e reflexões seleccionados", em que o editor faz um resumo do que é dito pelo autor ao longo dos textos, nomeadamente, as críticas ao uso da terra, ao ensino agrícola, à concepção das leis, à incompreensão pelos economistas das leis da natureza , afirmando que a actividade mais importante de um país é a agricultura. Evidencia também que o método agrícola europeu, conhecido como agricultura intensiva, é uma forma subtil de roubo, que as calamidades de algumas pragas e doenças são sintomas deste roubo, que se for mantido o Mundo enfrentará a fome ("pode demorar séculos, mas o fim é certo") e que quanto maior for o sucesso e as colheitas, mais cuidado se deve ter para as tornar sustentáveis, e que a análise química não deve ser um fim em si mesma, mas meramente um meio de expressar e documentar os resultados da experiência agrícola que está em falta.
Na apresentação da edição de 1973, o editor indica que Justus von Liebig "torna-se um fervoroso defensor de um modelo económico biológico", referência que também aparece noutros trabalhos, referindo-o como defensor do que veio a ser a agricultura biológica.
- AGRIDIN
A AGRIDIN - Associação Profissional para o Desenvolvimento da Agricultura Biodinâmica e Biológica, fundada em 2001, foi a primeira associação dedicada à agricultura biodinâmica, na sequência de várias iniciativas promovidas por João Barrote, nomeadamente várias formações com técnicos que conseguia trazer a Portugal, muitos deles autores de vários livros sobre técnicas de agricultura biodinâmica, como Pierre Masson, Daniel Nöel, Xavier Florin, Engelhard Boehncke, Edwin Scheller (*), que também visitavam e aconselhavam alguns produtores, em vários pontos do país.
Várias outras pessoas, para além de João Barrote, tiveram um papel fundamental na Associação, mas será justo destacar o papel de Joana Miguez, formada em Ponte de Lima, sócia-fundadora, mas que também foi técnica da associação, e que desempenhou muitas mais funções, e Filipe Antunes, produtor, que também colaborou diariamente na Associação.
Em 2006 a Agridin publicou um Boletim Informativo que, infelizmente, não passou do segundo número.
(*) A presença de Edwin Sheller em Portugal não aparece referenciada no livro, por desconhecimento da sua vinda, nem nas notas biográficas dos intervenientes na agricultura biodinâmica em Portugal. Edwin Scheller (1957-2006) assumiu a quinta da família no Rhön com 17 anos e estudou agricultura em Freising. Dedicou-se à Antroposofia e fez pesquisa científica sobre nutrição vegetal, nomeadamente sobre a qualidade do húmus e o fósforo e o papel dos aminoácidos, com pesquisa em todo o mundo, mas o seu falecimento precoce deixou a obra incompleta. Foi fundador da Associação de Pesquisa Goetheanística. João Barrote refere que o Prof. Boehncke dizia sobre Edwin Scheller (ambos leccionavam na Universidade de Kassel) "em algumas das suas exposições eu não consigo acompanhá-lo! Vai muito à frente de todos nós..."
(Actualizado em Junho de 2025)
- "Agricultura Regenerativa" desde 1939.
O termo "Regenerativo" associado à agricultura surge no livro "Agriculture of Tomorrow", de 1939, da autoria de Eugene Kolisko e Lilly (Elisabeth) Kolisko.
Ambos colaboradores de Rudolf Steiner, casados, foram para Inglaterra depois do falecimento deste, onde publicaram este livro, poucas semanas depois de Eugen Kolisko também ter falecido, segundo uma nota de Lilly Kolisko, no dia em que declarou ter concluído o trabalho necessário ao livro.
O livro foi escrito para agricultores, resultante da indicação dada por Steiner a Lilly Kolisko para realizar as experimentações necessárias relacionadas com o "Curso Agrícola" de 1924, e pelas muitas leituras e recolhas que Eugen fez, de muitos autores sobre o solo. Ambos referem a necessidade de uma agricultura regenerativa, o que começará por "medidas de preservação e regeneração do solo", que consideram ser um organismo vivo, tal como Steiner tinha defendido. No prefácio, Eugen diz que "os dois sistemas de agricultura que me deram esperança de melhorar a Saúde do solo, das plantas, dos animais e do homem, chegaram ao público alguns anos antes, nos métodos da Agricultura Dinâmica (de Rudolf Steiner) e do "Processo Indore" (de Sir Albert Howard)". Lilly considera que "a regeneração da agricultura é a base da existência física do Homem."
O termo “agricultura regenerativa” foi, de facto, cunhado no movimento biológico para descrever os objectivos da agricultura biológica. O movimento biológico adopta princípios regenerativos, incluídos nos princípios bem conhecidos de ECOLOGIA, SAÚDE, JUSTIÇA E PRECAUÇÃO (IFOAM).
(Actualizado em Abril de 2025)
- Em 1966, a publicação "Simposium Agro-Pecuário" tem um artigo sobre "Fertilizantes Biológicos", retirado do 'Boletim Informativo do Ministério da Agricultura de França'.
Será esta a primeira publicação a falar de "biológico" em Portugal, apesar de ser dedicada apenas a fertilizantes. Tinha sido referenciada a publicação de 1969 "Ignoramus", mais completa, com uma caracterização do processo de produção de agricultura biológica e outras referências ao modo de produção. O artigo do "Simposium Agro-Pecuário. Enciclopédia de Agricultura, Pecuária e Máquinas" é apenas sobre os fertilizantes biológicos. Diz o artigo que para os adeptos "desta escola que se denomina biológica, surge a tese do valor e influência da matéria orgânica fermentada sobre a vida vegetal", pois de há muito que se conhece "a existência de vida na matéria orgânica em decomposição "e "a existência nos solos de uma micro-vida própria. A terra agrícola poderá então considerar-se como um gigantesco laboratório onde se verificam em constante actividade, múltiplos e complexos processos de fermentação, processos biológicos pois, indispensáveis à manutenção e prossecução da vida vegetal." Junto ao artigo sobre "Fertilizantes biológicos" é anunciado o "Humus Regenor" o único fertilizante biológico à venda em Portugal, importado de França (onde a agricultura biológica estava a começar a expandir-se com Raoul Lemaire e Jean Boucher). Este anúncio indica que o fertilizante possui um bilião de microrganismos por grama de matéria seca, sendo um substituto do estrume!
Esta publicação, iniciada em 1959 e que teve edições até 1983, tinha artigos técnicos diversificados, alguns em forma de dossier, como seja sobre vinhos, na 1.ª edição, instalação de pomares, na 2.ª edição ou criação de animais de capoeira na 6.ª edição. Em 1963, na 5.ª edição houve um artigo genérico sobre o "húmus". Tinha também alguns alguns anúncios de factores de produção, mas a publicação tinha por base ser um guia de todos os produtos utilizáveis na produção vegetal, pecuária e veterinária (adubos, fito-farmacêuticos, produtos veterinários) e também, equipamentos. Quase sempre tinha diferentes capítulos: Agricultura, Cereais, Fruticultura, Vinicultura e Pecuária.
Neste número de 1966, também se descrevem alguns adubos como o Superdrine - adubo destinado a fertilizar o solo e a combater os insectos, numa mistura de superfosfato 18% e 1% de Aldrina. Surgem como principais colaboradores o Dr. Lúcio Martins de Araújo e Pedro da Mota Marques, ambos dos Serviços Agronómicos da CUF, e tinha diversos colaboradores que assinam os artigos, alguns professores do ensino superior.
(Actualizado em Setembro de 2025)
- (*) Em Abril de 1932, Lilly Kolisko e Eugen Kolisko estiveram em Portugal para 4 conferências na Sociedade de Geografia de Lisboa, dias 4, 5, 8 e 9. A conferência de dia 9 é directamente relacionada com agricultura.
Lilly (Elisabeth) Kolisko destacou-se por desenvolver medicamentos para a febre aftosa, estudos homeopáticos e influência dos planetas na germinação de sementes. Durante o Curso Agrícola tirou notas em estenografia, que foram preciosas para a edição do Curso Agrícola de Steiner. Foi encarregue por Steiner de validar cientificamente as indicações dadas durante o Curso Agrícola, o que fez com múltiplas experimentações e ensaios. Assinava 'Lilly' para se diferenciar do marido quando apenas aparecia a inicial do nome próprio ('E.')
Eugen Kolisko foi médico na escola Waldorf de Estugarda, desenvolveu medicamentos para a medicina antroposófica e também estudou a febre aftosa, entre outras doenças.As palestras de Eugen Kolisko (a 4 e a 8 de Abril ) são relacionadas com a obra de Goethe e a Antroposofia. A de dia 4 iniciou-se com a apresentação da obra de Goethe, “uma figura da humanidade inteira” e da obra “Fausto”, salientando o percurso de naturista a que Steiner quis dar continuidade. Refere depois a fundação de “uma nova Escola de Filosofia – a Ciência Espiritual Antroposófica; uma nova arte do movimento – a Euritmia, uma pedagogia médica, em duas palavras: intensificação do sentimento profundo e religioso da humanidade, pelo desenvolvimento das forças interiores no caminho do aperfeiçoamento espiritual”. É ainda citado a referir que “Como Portugal, pelas suas descobertas, serviu o espírito daquela época, a antroposofia pretende servir o espírito da época actual”. A de dia 8 tem o título “Resultado Prático da Antroposofia, em especial na Pedagogia, no tratamento das crianças, na Medicina”. Depois da descrição de algumas aplicações práticas o autor da notícia refere que a antroposofia fornece elementos de aplicação prática imediata à medicina, filologia, arte e agricultura, entre outras.
As palestras de Eugen Kolisko (a 4 e a 8 de Abril ) são relacionadas com a obra de Goethe e a Antroposofia. A de dia 4 iniciou-se com a apresentação da obra de Goethe, “uma figura da humanidade inteira” e da obra “Fausto”, salientando o percurso de naturista a que Steiner quis dar continuidade. Refere depois a fundação de “uma nova Escola de Filosofia – a Ciência Espiritual Antroposófica; uma nova arte do movimento – a Euritmia, uma pedagogia médica, em duas palavras: intensificação do sentimento profundo e religioso da humanidade, pelo desenvolvimento das forças interiores no caminho do aperfeiçoamento espiritual”. É ainda citado a referir que “Como Portugal, pelas suas descobertas, serviu o espírito daquela época, a antroposofia pretende servir o espírito da época actual”. A de dia 8 tem o título “Resultado Prático da Antroposofia, em especial na Pedagogia, no tratamento das crianças, na Medicina”. Depois da descrição de algumas aplicações práticas o autor da notícia refere que a antroposofia fornece elementos de aplicação prática imediata à medicina, filologia, arte e agricultura, entre outras.
As conferências de Lilly Kolisko (dias 5 e 9 de Abril) estão relacionadas com o trabalho que vem desenvolvendo a do dia 5 tem o tema "Influência dos astros sobre substâncias terrestres" (referindo-se a existência de projecções). Sobre a de dia 9 refere-se que versou a influência da lua na agricultura, indicando-se o trabalho laboratorial efectuado pela conferencista, que permitiu tirar ilacções quanto à acção da lua sobre a Terra e no desenvolvimento das plantas, concluindo o autor do relato que “a melhor época de sementeira é sempre antes da lua cheia, desenvolvendo-se as plantas assim semeadas muito mais rápida e intensamente”. Também foi referido o trabalho feito na área do cancro. Em conclusão sobre esta última conferência diz-se: “Cheia de interêsse e erudição, muito prendeu esta conferência a atenção da assembléa.” (Boletim Soc. Geografia_1932).
São co-autores do livro "Agriculture of Tomorrow", de 1939, de que se fala em nota de Dezembro de 2024.
(Actualizado em Setembro de 2024)
- (*)Em Outubro de 1940. Conferência de Enrenfried Pfeiffer, em Lisboa.
Enrenfried Pfeiffer, que trabalhou com Steiner na Secção de Ciências Naturais de Dornach, apresentou em Portugal uma conferência pública, na “Sala Algarve” da Sociedade de Geografia de Lisboa. A Conferência, sobre “Novo Método de Investigação Biológica – A cristalização como “test” das forças formativas nos Reinos Vegetal e animal”, teve a “presença de numeroso e selecto auditório de Professores, médicos e estudantes”, e do Responsável pela Agricultura[1]. A iniciativa é de Carlos Santos, em cuja consultório podiam ser recolhidos ingressos para a Conferência.
Pfeiffer é apresentado como Director do Instituto de Biologia de Filadélfia. Presidiu o Dr. Queiroz Veloso (professor universitário e historiador) “que se referiu com palavras de merecido louvor ao ilustreconferente suíço e ao seu apresentante, Carlos Santos”. Depois de apresentado por Carlos Santos, que explicou a aceitação do trabalho de Pfeiffer “baseadas sobre mais de cem mil cristalizações feitas". “Ilustrada com grande número de projecções luminosas, a lição do sábio suíço em língua francesa, foi brilhante e cheia do maior interesse, aplaudida no final com um prolongada e entusiasta salva de palmas.” iniciando com a explicação da forma como os estudos são efectuados e o uso que podem ter na detecção das doenças das plantas, na qualidade de vigor das sementes, e no conteúdo vitamínico do leite crú ou fervido. Apresentou de seguida os estudos feitos e a aplicação na medicina”. (O Século; Diário de Lisboa, Boletim Soc. Geografia_1940).
(Actualizado em Setembro de 2024)
[1] Em Agosto de 1940, os serviços dos Ministérios do Comércio e Indústria e da Agricultura transitaram para o Ministério da Economia, com o sector agrícola na tutela da Sub-Secretaria de Estado da Agricultura, pelo que o responsável máximo da Agricultura seria o Sub-Secretário de Estado da Agricultura, André Navarro, que entre outros cargos, foi professor do Inst. Sup. de Agronomia.
Pormenor (ou 'por maior')
- Como se refere a Biocoop publicava um boletim informativo que se chamava "Folha de Alface", com informações para os sócios. Não foi referido que a Naturocoop, cooperativa sedeada no Porto, também publicava um boletim com funções semelhantes que se denominava "Nabos do Norte".
Calendário Biodinâmico em "A Urtiga", 1978.
- "A URTIGA" foi uma revista associada ao Movimento do Renascimento Rural que ocorreu em Barão de S. João, que prometeu ser bi-mestral, mas que publicou 19 números, de forma pouco frequente, entre 1978 e 1985. Sempre acompanhado de muitos desenhos, os temas eram muito diversos, como se referiu em ambos os livros, mas é fonte de muitas iniciativas que decorreram neste período sobre agricultura biológica e biodinâmica. Nos números 4 e 5 há algumas referências ao calendário biodinâmico, indicando dias para a realização de trabalhos agrícolas.
Correcções:
Nos textos há pequenas gralhas facilmente identificáveis, como por exemplo nos nomes em alemão, de que se pede desculpa. A maioria, pode ser verificadas nos índices remissivos de cada livro, que se encontram na página respectiva deste website. A seguir estão algumas outras correcções, relacionadas com troca de letras e nomes, ou de uma nacionalidade (do lado esquerdo relacionado com "Raízes da Agricultura Biológica" e do lado direito com "Cronologia da Agricultura Biodinâmica").
"Raízes da Agricultura Biológica"
.Na página 108 na caracterização de Afonso Cautela, a meio do parágrafo, a frase correcta é 'alimentação natural e macrobiótica, contra o ruído'; no livro está 'conta'.
.Na página 137 no final do 2.º parágrafo e no final da citação a frase correcta é: 'Com fome em suma!'; a palavra 'eome' está incorrecta.
.Nas páginas 210 e 252 refere-se a médica Maria van den Berg, que é de nacionalidade holandesa, (erradamente indicado como irlandesa) embora vivesse na Irlanda do Norte, onde trabalha na Comunidade Camphil de Glencraig. O nome correcto é 'van' (ficou escrito 'von'), tal como bem escrito por Bert ten Brinke, no capítulo "Retratos".
Na página 249 a data correcta é "Setembro de 1998", como está no quadro da página seguinte (em vez de "1988")
.O Decreto-lei n.º 89/84, de 23 de Março de 1984, sobre “regulação da rotulagem em géneros alimentícios pré-embalados", que condicionou o uso dos termos “biológico” e “orgânico”, é da autoria dos Ministérios da Agricultura, Florestas e Alimentação, do Comércio e Turismo e da Qualidade de Vida, (indicou-se como sendo só do Ministério da Agricultura).
"Cronologia da Agricultura Biodinâmica"
.Na página 41, 6.ª linha do 3.º parágrafo o periódico da Demeter iniciou a publicação em 1930 (em vez de '1931').
.Na página 70, o início do 2.º parágrafo deveria ser: Apesar do empenho de Maikowski, de Julieta e Alexandre Abecassis Leroi, de Carlos Santos e de outros entusiastas, ... Erradamente surge 'Henrique Abecassis Leroi'.
.Na página 95:
- 2.º parágrafo, a Quinta de Silvares, onde Amado da Silva aplicou os conhecimentos que foi aprofundando na agricultura bioidinâmica , está situada em Armamar. Também se diz que era técnico de fruticultura convencional (considerando que não era de agricultura biológica ou biodinâmica, mas desde muitos anos atrás que se preocupava com os excessos de químicos na agricultura e tinha interesse e divulgava as técnicas de agricultura biológica.
- penúltima linha, referimo-nos a Alexandra Contreiras, em vez de 'Helena', como surge por erro.